Ninguém vendeu mais CDs e DVDs no Brasil em 2011 que Paula Fernandes: mais de 1 milhão de cópias de Ao Vivo, na soma dos dois formatos. Aqui a mineira de 28 anos relembra tudo que passou até virar uma campeã. E o melhor: ela já cogita posar para a VIP!
A revelação
Comecei a cantar de forma bastante natural. Eu ouvia muito uma música – Desculpe, Mas Eu Vou Chorar, de Leandro e Leonardo – e comecei a cantá-la. Sempre pedia para minha mãe me ouvir, mas, na correria, nunca dava tempo. Quando ela ouviu, pediu para eu cantar de novo. E de novo, e de novo. Vimos que minha voz não era comum para uma menina de 8 anos. Quase não comprávamos discos, nem me lembro do primeiro que tive. Ouvia muito Zezé Di Camargo e Luciano, Chitãozinho e Xororó, Tião Carreiro e Pardinho, Roberta Miranda…
Os rodeios
Comecei a fazer shows na escola e, aos 10 anos, gravei um LP com músicas inéditas de vários compositores mineiros, paulistas e cariocas. Aos 12, mudei-me com minha família de Belo Horizonte para São Paulo e fui contratada para cantar em rodeios pelo Brasil. Nem me lembro mais do primeiro rodeio em que cantei, faz muito tempo. Lembro que foi em Minas Gerais. Nunca viajei sozinha. Meu pai, minha mãe ou algum parente iam comigo. No começo, porque era muito nova, mas até hoje é assim.
A adolescência “perdida”
Pulei etapas, deixei as bonecas pelo violão. Às vezes, ainda me sinto muito menina, muito adolescente. Mas hoje tenho oportunidade de ter o que perdi. E, por outro lado, tenho muito mais experiência que uma garota da minha idade, por viajar tanto, estar sempre correndo. Também não tive problemas com os garotos. Cresci na roça, mas era espertinha, desenvolvida. Tive que me desenvolver e aprender a me comunicar pelo trabalho, embora fosse e continue sendo muito tímida.
A chegada da fama
Não escolhi ser famosa, escolhi ser cantora. Depois de muitos anos de trabalho, veio esse reconhecimento enorme. Descobri que estava famosa quando passei a não poder sair na rua normalmente sem ser abordada. Uma ida ao shopping que duraria uma hora passou a durar quatro. Também triplicou o número de pessoas nos meus shows. Espero manter isso.
Sacrifícios do dia a dia
Artista é uma pessoa normal. Também tenho TPM, dor de cabeça… Mas tento atender todo mundo, retribuir o carinho e a atenção. Fico até com o coração na mão de não conseguir atender todos. Gosto de ir a todo lugar, shopping, restaurante, mas passeio muito pouco. No tempo que tenho livre acabo dormindo. O melhor amigo da minha voz é o sono. Às vezes tenho que “pular” um restaurante com amigos para dormir ou pegar um voo.
Relacionamentos
A conquista é muito gostosa. É a fase mais bacana de um relacionamento, para mim. Não sou daquelas pessoas superficiais que trocam de namorado como quem troca de roupa. Nada contra, mas não é da minha natureza. No momento, estou solteira. São escolhas da vida.
Cantadas masculinas
Como canto músicas profundas e mais brejeiras acabo recebendo abordagens muito interessantes dos homens. Nunca é aquela coisa pesada, é sempre tipo: “Aquela música mexe tanto comigo…”.
Como é virar “musa do sertanejo”
Beleza é uma coisa subjetiva e relativa. Tem quem goste de loiras, altas, morenas, mulheres mais cheinhas, de olhos claros. Deus privilegiou a mulher, que é tão bela. Tem que ser feminina sem ser vulgar, tentar valorizar o mais bonito em si. E o jeitinho! Tem que sempre estar tudo equilibrado entre a menina e a mulher. Sou uma mulher vaidosa: adoro batom vermelho, escolho minhas roupas… Mas a casquinha envelhece. O que vai ficar é minha música.
Campeã de vendas
Quando alcancei platina [mais de 150 mil cópias vendidas] com o álbum Pássaro de Fogo [lançado em 2009], fiz um encontro com os amigos e com minha banda. É assim que comemoro os números. E é muito bom ter o Ao Vivo vendendo tantas cópias, mesmo com a quantidade de pirateados.
O que vem por aí
Quem planta mexerica colhe mexerica, né? Estou em época de plantio ainda, comecei a colher apenas alguns frutos. Espero apenas saúde, que é o mais importante.
Posar para VIP
A VIP me convidou algumas vezes [e vamos convidar mais]. Estou num momento de focar na carreira de cantora, além de ter a agenda cheia. Quem sabe mais para frente… [OBA!]
Fonte: http://vip.abril.com.br/mulheres/musica/memorias-de-uma-recordista/
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Chances de desenvolver câncer de ovário caem quase pela metade
Foto: Getty Images
Tanto a pílula anticoncepcional quanto a gravidez influenciam os níveis de hormônios que provocam tumores. Tomar a pílula por dez anos reduz o risco de uma mulher ter câncer de ovário quase pela metade, de acordo com um estudo. As informações são do Daily Mail.
Uma pesquisa com 327 mil mulheres, liderada por pesquisadores da Universidade de Oxford, descobriu que mulheres que tomavam pílula tiveram, em média, 15% menos chances de desenvolver a doença. Usar o medicamento por um ano reduziu 2,5% do risco. Por cinco anos, a diminuição foi de 13% e, por dez anos, de 45%.
A pesquisa também descobriu que ter um bebê reduz a probabilidade de câncer de ovário em 30% - e quanto mais filhos, menor o risco. De acordo com o estudo, mulheres que tiveram pelo menos uma criança foram 29% menos propensas a ter câncer de ovário. Para uma mãe de quatro filhos, a diminuição foi de 38%.
Cerca de 6.500 mulheres na Grã-Bretanha são diagnosticadas com câncer de ovário todos os anos, a maioria com idade superior a 50. As taxas de sobrevivência são pequenas em comparação com outros tipos da doença e somente 40% das pacientes vivem mais do que cinco anos após o diagnóstico.
fonte: http://saude.terra.com.br/noticias/0,,OI5436014-EI16560,00-Dez+anos+de+anticoncepcional+podem+reduzir+risco+de+cancer+de+ovario.html
Foto: Getty Images
Tanto a pílula anticoncepcional quanto a gravidez influenciam os níveis de hormônios que provocam tumores. Tomar a pílula por dez anos reduz o risco de uma mulher ter câncer de ovário quase pela metade, de acordo com um estudo. As informações são do Daily Mail.
Uma pesquisa com 327 mil mulheres, liderada por pesquisadores da Universidade de Oxford, descobriu que mulheres que tomavam pílula tiveram, em média, 15% menos chances de desenvolver a doença. Usar o medicamento por um ano reduziu 2,5% do risco. Por cinco anos, a diminuição foi de 13% e, por dez anos, de 45%.
A pesquisa também descobriu que ter um bebê reduz a probabilidade de câncer de ovário em 30% - e quanto mais filhos, menor o risco. De acordo com o estudo, mulheres que tiveram pelo menos uma criança foram 29% menos propensas a ter câncer de ovário. Para uma mãe de quatro filhos, a diminuição foi de 38%.
Cerca de 6.500 mulheres na Grã-Bretanha são diagnosticadas com câncer de ovário todos os anos, a maioria com idade superior a 50. As taxas de sobrevivência são pequenas em comparação com outros tipos da doença e somente 40% das pacientes vivem mais do que cinco anos após o diagnóstico.
fonte: http://saude.terra.com.br/noticias/0,,OI5436014-EI16560,00-Dez+anos+de+anticoncepcional+podem+reduzir+risco+de+cancer+de+ovario.html
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Terca-feira....dia lindo de sol!!!
Proteção aos Filhos
Ó Deus ! Olha para meus filhos. Fortifica-os para que cresçam felizes
e tenham olhos que lembrem a tranqüilidade de um lago,
a firmeza do rochedo e a luz da esperança.
Dá-lhes uma saúde integral, uma inteligência completa
e um sentimento vivo. Põe nos seus corações a reverência
em Teus ensinamentos, o respeito aos outros, o amor ao trabalho,
a dedicação ao estudo, a candura e a obediência.
Para tornar-me digno deles e não lhes transmitir nervosismo,
desajuste, tristeza, medo ou maldade, envolve-me em tranqüilidade,
alegria, coragem e bondade. E ensina-me a descobrir as virtudes que
eles têm, a elogia-los sem exageros e a corrigi-los com sabedoria.
Em primeiro lugar, pois, modela-me a alma grande e generosa,
para amá-los na semelhança do Teu amor.
Que assim seja !!
Graças a Deus
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Fica na Paz...
Fica com Deus!!
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
domingo, 23 de outubro de 2011
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